A água da chuva que cai nos nossos telhados quase sempre vai embora pelas sarjetas, sem nenhum aproveitamento. Mas esses litros de água poderiam ser usados em descarga de vasos sanitários, lavagem de pisos e irrigação de plantas.
Pensando em uma forma fácil e simples de reaproveitar esse recurso natural, o designer holandês Bas van der Veer desenvolveu uma canaleta que tem um reservatório capaz de armazenar de 3,5 a 5 litros (dependendo do modelo) de chuva. Para facilitar a tarefa da rega, a peça conta ainda com um regador acoplado.
Os modelos estão à venda apenas na Europa, mas dão um bom exemplo de como reutilizar a água que vai para as valetas.
Fonte : http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/captacao-agua-chuva-bas-van-der-vee-627095.shtml
domingo, 22 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Desertificação.
Desertificação é um fenômeno em que um determinado solo é transformado em deserto, através da ação humana ou processo natural. No processo de desertificação a vegetação se reduz ou acaba totalmente, através do desmatamento Neste processo, o solo perde suas propriedades, tornando-se infértil (perda da capacidade produtiva).
Nas última décadas vem ocorrendo um significativo aumento do processo de desertificação no mundo As principais áreas atingidas são: oeste da América do Sul, Oriente Médio, sul da África, noroeste da China, sudoeste dos Estados Unidos, Austrália e sul da Ásia.
No Brasil, a desertificação vem aumentando, atingindo várias regiões. Nordeste (região do sertão), Pampas Gaúchos, Cerrado do Tocantins e o norte do Mato-Grosso e Minas Gerais são áreas do território brasileiro afetadas atualmente pela desertificação.
A desertificação gera vários problemas e prejuízos para o ser humano. Com a formação de áreas áridas, a temperatura aumenta e o nível de umidade do ar diminui, dificultando a vida do ser humano nestas regiões. Com o solo infértil, o desenvolvimento da agricultura também é prejudicado, diminuindo a produção de alimentos e aumentando a fome e a pobreza.
O meio ambiente também é prejudicado com este processo. A formação de desertos elimina a vida de milhares de espécies de animais e vegetais, pois modifica radicalmente o ecossistema da região afetada. A desertificação também favorece o processo de erosão do solo, pois as plantas e árvores não existem mais para "segurar" o solo.
Teoria de Gaia.
Teoria de Gaia, também conhecida como Hipótese de Gaia, é uma tese que afirma que o planeta Terra é um ser vivo. De acordo com esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja é capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais.
A Teoria de Gaia foi criada pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, no ano de 1969. Contou com os estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis. O nome da teoria é uma homenagem a deusa Gaia, divindade que representava a Terra na mitologia grega.
Quando foi lançada, esta teoria não conseguiu agradar a comunidade de cientistas tradicionais. Foi, primeiramente, aceita por ambientalistas e defensores da ecologia. Porém, atualmente, com o problema do aquecimento global, esta teoria está sendo revista e muitos cientistas tradicionais já aceitam algumas idéias da Teoria de Gaia.
sábado, 23 de abril de 2011
Área de Proteção Ambiental (APA)
Fernando de Noronha - PE.
Chapada do Araripe - CE, PI e PE.
O que é De acordo com a legislação ambiental brasileira, Área de Proteção Ambiental (APA) é aquela destinada à preservação dos recursos ambientais (fauna, flora, solo e recursos hídricos). Uma área de proteção ambiental pode apenas ter uso sustentável, ou seja, seu acesso, ocupação e exploração devem ser controlados para não prejudicar o ecossistema da área.
As áreas de proteção ambiental podem ter posse e domínios público ou privado. Porém, cabe aos órgãos governamentais a fiscalização da ocupação e exploração destas áreas.
Principais finalidades das áreas de proteção ambiental:
- Garantir a proteção dos ecossistemas e suas diversidades biológicas;- Disciplinar a ocupação do solo;- Possibilitar o uso sustentável dos recursos naturais (solo, água e vegetação). [Image]Fernando de Noronha - PE.[Image]Chapada do Araripe - CE, PI e PE.
Exemplos de Áreas de Proteção Ambiental no Brasil:- Maciço de Baturité (Ceará)
- Chapada do Araripe (Ceará, Piauí e Pernambuco)
- Planalto Central (Distrito Federal)
- Chapada dos Veadeiros (Goiás)
- Serra da Mantiqueira (Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo)
- Fernando de Noronha (Pernambuco)
- Rota do Sol (Rio Grande do Sul)
- Bacia do Rio Paraíba do Sul (São Paulo)
- Várzea do Tietê (São Paulo)
- Sistema Cantareira (São Paulo)
Fonte: http://www.todabiologia.com/ecologia/area_protecao_ambiental.htm
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Dialética.
Originalmente, é a arte do diálogo, da contraposição de idéias que leva a outras idéias. O conceito de dialética, porém, é utilizado por diferentes doutrinas filosóficas e, de acordo com cada uma, assume um significado distinto.
Para Platão, a dialética é sinônimo de filosofia, o método mais eficaz de aproximação entre as idéias particulares e as idéias universais ou puras. É a técnica de perguntar, responder e refutar que ele teria aprendido com Sócrates (470 a.C.-399 a.C.). Platão considera que apenas através do diálogo o filósofo deve procurar atingir o verdadeiro conhecimento, partindo do mundo sensível e chegando ao mundo das idéias. Pela decomposição e investigação racional de um conceito, chega-se a uma síntese, que também deve ser examinada, num processo infinito que busca a verdade.
Aristóteles define a dialética como a lógica do provável, do processo racional que não pode ser demonstrado. "Provável é o que parece aceitável a todos, ou à maioria, ou aos mais conhecidos e ilustres", diz o filósofo.
O alemão Immanuel Kant retoma a noção aristotélica quando define a dialética como a "lógica da aparência". Para ele, a dialética é uma ilusão, pois baseia-se em princípios que, na verdade, são subjetivos.
Dialética e história
No início do século XIX Georg Wilhelm Hegel (1770-1831), desejando solucionar o problema das transformações às quais a realidade está submetida, apresenta a dialética como um movimento racional que permite transpor uma contradição. Uma tese inicial contradiz-se e é ultrapassada por sua antítese. Essa antítese, que conserva elementos da tese, é superada pela síntese, que combina elementos das duas primeiras, num progressivo enriquecimento. A dialética hegeliana não é um método, mas um movimento conjunto do pensamento e da realidade.
Segundo Hegel, a história da humanidade cumpre uma trajetória dialética marcada por três momentos: tese, antítese e síntese. O primeiro vai das civilizações orientais antigas até o surgimento da filosofia na Grécia. Hegel o classifica como objetivo, porque considera que o espírito está imerso na natureza. O segundo é influenciado pelos gregos, mas começa efetivamente com o cristianismo e termina com Descartes. É um momento subjetivo, no qual o espírito toma consciência de sua existência e surge o desejo de liberdade. O terceiro, ou a síntese absoluta, acontece a partir da Revolução Francesa, quando o espírito consciente controla a natureza e o desejo de liberdade concretiza-se na concepção do Estado moderno.
Dialética marxista
Karl Marx e Friedrich Engels (1820-1895) reformam o conceito hegeliano de dialética: utilizam a mesma forma, mas introduzem um novo conteúdo. Chamam essa nova dialética de materialista, porque o movimento histórico, para eles, é derivado das condições materiais da vida.
A dialética materialista analisa a história do ponto de vista dos processos econômicos e sociais e a divide em quatro momentos: Antiguidade, feudalismo, capitalismo e socialismo. Cada um dos três primeiros é superado por uma contradição interna, chamada "germe da destruição". A contradição da Antiguidade é a escravidão; do feudalismo, os servos; e do capitalismo, o proletariado. O socialismo seria a síntese final, em que a história cumpre seu desenvolvimento dialético.
Para Platão, a dialética é sinônimo de filosofia, o método mais eficaz de aproximação entre as idéias particulares e as idéias universais ou puras. É a técnica de perguntar, responder e refutar que ele teria aprendido com Sócrates (470 a.C.-399 a.C.). Platão considera que apenas através do diálogo o filósofo deve procurar atingir o verdadeiro conhecimento, partindo do mundo sensível e chegando ao mundo das idéias. Pela decomposição e investigação racional de um conceito, chega-se a uma síntese, que também deve ser examinada, num processo infinito que busca a verdade.
Aristóteles define a dialética como a lógica do provável, do processo racional que não pode ser demonstrado. "Provável é o que parece aceitável a todos, ou à maioria, ou aos mais conhecidos e ilustres", diz o filósofo.
O alemão Immanuel Kant retoma a noção aristotélica quando define a dialética como a "lógica da aparência". Para ele, a dialética é uma ilusão, pois baseia-se em princípios que, na verdade, são subjetivos.
Dialética e história
No início do século XIX Georg Wilhelm Hegel (1770-1831), desejando solucionar o problema das transformações às quais a realidade está submetida, apresenta a dialética como um movimento racional que permite transpor uma contradição. Uma tese inicial contradiz-se e é ultrapassada por sua antítese. Essa antítese, que conserva elementos da tese, é superada pela síntese, que combina elementos das duas primeiras, num progressivo enriquecimento. A dialética hegeliana não é um método, mas um movimento conjunto do pensamento e da realidade.
Segundo Hegel, a história da humanidade cumpre uma trajetória dialética marcada por três momentos: tese, antítese e síntese. O primeiro vai das civilizações orientais antigas até o surgimento da filosofia na Grécia. Hegel o classifica como objetivo, porque considera que o espírito está imerso na natureza. O segundo é influenciado pelos gregos, mas começa efetivamente com o cristianismo e termina com Descartes. É um momento subjetivo, no qual o espírito toma consciência de sua existência e surge o desejo de liberdade. O terceiro, ou a síntese absoluta, acontece a partir da Revolução Francesa, quando o espírito consciente controla a natureza e o desejo de liberdade concretiza-se na concepção do Estado moderno.
Dialética marxista
Karl Marx e Friedrich Engels (1820-1895) reformam o conceito hegeliano de dialética: utilizam a mesma forma, mas introduzem um novo conteúdo. Chamam essa nova dialética de materialista, porque o movimento histórico, para eles, é derivado das condições materiais da vida.
A dialética materialista analisa a história do ponto de vista dos processos econômicos e sociais e a divide em quatro momentos: Antiguidade, feudalismo, capitalismo e socialismo. Cada um dos três primeiros é superado por uma contradição interna, chamada "germe da destruição". A contradição da Antiguidade é a escravidão; do feudalismo, os servos; e do capitalismo, o proletariado. O socialismo seria a síntese final, em que a história cumpre seu desenvolvimento dialético.
REDUZA, REUTILIZE E RECICLE.
Quem ainda não parou pra pensar no benefício dos 3 Rs, reduzir, reciclar e reutilizar, certamente deve andar muito ocupado. Sem talvez um tempinho sequer na agenda, sempre tão cheia de compromissos e coisas que impedem de olhar para onde estamos vivendo. Porque eles não tiram quase nada do nosso tempo, e nos poupam dinheiro, energia e recursos naturais. Além de contribuírem para a redução do desperdício e da geração de resíduos.
Pensar na saúde do planeta é antes de tudo pensar em como estamos lidando com seus recursos no dia-a-dia. Se estamos exagerando na produção, no consumo ou no desperdício, o planeta vai sentir os efeitos desse desenvolvimento insustentável. Mas quando o planeta sente, quem sofre as consequências somos nós. Porque apesar de fazermos esta Terra viver, somos nós que vivemos nela.
Então vamos conhecer um pouquinho mais do que podemos fazer para minimizar os nossos impactos. Quem sabe começando dentro de casa, ou dando um bom exemplo para o filho, dando uma dica para o vizinho, a gente já não melhora uma boa parte da coisa. Assumir a responsabilidade por nossas ações no ambiente é um gesto de respeito com o mundo e nós mesmos. É a consciência de que uma vida ecológica e harmoniosa é possível.
Reduza
Para reduzir a produção de resíduos, a melhor solução é reduzir o consumo. Portanto consuma conscientemente, excluindo o supérfluo e repensando o necessário.Reduza o consumo de água, ficando menos no banho. Varra as calçadas, ao invés de lavar. Reduza o consumo de energia elétrica, apagando lâmpadas acesas desnecessariamente e substituindo incandescentes por econômicas. Seja breve no uso do ferro e do chuveiro elétrico. Mantenha televisões, computadores, rádios desligados quando não estiverem sendo realmente utilizados.
Reduza o consumo de combustível, optando por carros populares e poucos veículos em casa. Reduza o desperdício de alimentos, fazendo compras somente para a semana e cozinhando unicamente o que será consumido. Reduza o consumo de sacolas plásticos, levando ecobags quando for fazer compras.
Reutilize
Outra forma de acabar com o desperdício e geração de lixo é reutilizar. Reutilize o outro da folha como rascunho, nos escritórios, escolas, repartições. Ou junte as folhas de papel usadas para fazer papel reciclado. Reutilize garrafas PET para armazenar água ou use para confeccionar brinquedos. Use também embalagens e potes de plástico como jarros de plantas.
Reutilize roupas manchadas ou rasgadas fazendo panos de chão. Doe roupas antigas, acessórios ou calçados para alguém que necessite. Reutilize móveis antigos, reformando, ao invés de comprar um novo. Reutilize papel de embrulho de presente para nos embalagens.
Recicle
Se não há como reaproveitar, então recicla. A reciclagem vai possibilitar a criação de novos produtos a partir de materiais descartados, sem extração de mais matéria-prima. Além de ajudar a diminuir a quantidade de resíduos que vão para os lixões e aterros, a reciclagem gera renda para os catadores ou cooperativas.
O processo de reciclagem é longe, mais começa em casa. Separe orgânicos de inorgânicos, para colaborar com o trabalho da coleta seletiva. Para contribuir mais ainda, separe vidros, plásticos, metais e papéis, cada um em grupos separados, e de preferência deposite em alguns dos postos de coleta seletiva espalhados por sua cidade.
Fonte: http://www.vivaviver.com.br/consciencia_ambiental/reduza_reutilize_e_recicle_a_qualidade_de_vida_no_mundo_depende_de_nos/328/
Resenha - Uma verdade inconveniente.
O filme “Uma verdade inconveniente” documenta um dos principais problemas enfrentados pela população mundial atualmente, que é o AQUECIMENTO GLOBAL.
Esse documentário, é na verdade uma palestra ministrada pelo ambientalista e político Al Gore, que concorreu ás eleições para a presidência dos Estados Unidos, mas não obteve êxito. O documentário foi dirigido por Davis Guggenheim e lançado em 2006, chegou também a concorrer ao Oscar.
Nele, Al Gore apresenta as drásticas mudanças de temperaturas sofridas pela terra ao longo dos últimos anos, o derretimento das calotas polares, secas, furacões cada vez mais devastadores, enchentes e as suas conseqüências apocalípticas.
Ele retrata fatos ocorridos ao longo de sua vida pessoal e profissional e também apresenta soluções para amenizar e até reverter certos casos. Pois uma de suas mensagens é simples: “... se não fizermos nada agora, teremos que encarar terríveis resultados”, que em sua maioria foram previsíveis. O filme teve bastante repercussão e reforçou várias vertentes direcionadas ao meio-ambiente que exercem influência no meio sócio-político.
Os dados mostrados no filme não deixam mentir que o planeta está sim sofrendo mudanças radicais no seu ciclo natural. E isso se deve as atitudes dos seres humanos para com a terra. Os céticos dizem que o aquecimento global é uma farsa, pois o planeta passa naturalmente por períodos alternados de aquecimento e de esfriamento e que estamos na época do aquecimento.
E de certa forma concordo com a opinião dos céticos, de que o planeta está passando por um período de aquecimento, mas acho que o homem está provocando a aceleração desse processo natural de forma exacerbada, e não respeitando os limites dos recursos naturais, que estão aí para serem usados com inteligência e consciência, que por sua vez os seres humanos têm de sobra e parece que se negam a usar.
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